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Nós conhecemos The Vamps em 2016, quando eles se juntaram a nós para uma sessão de fotos, mas na verdade, a banda é muito diferente de quem eles eram naquela época, tanto como grupo quanto como indivíduos. Eles lançarão na sexta-feira seu álbum, Cherry Blossom.

Embora o renascimento deles inspire a escolha do nome e a mudança criativa deste álbum, é difícil argumentar que todos os álbuns lançados até esta data não foram um grande passo à frente do projeto que avançou. Com os fãs animados para ver como The Vamps vai flexionar seus músculos criativos neste álbum, nós conversamos com a banda para discutir o álbum, sua jornada até agora e como sempre, suas falhas (trocadilho com o nome da revista).

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Para acessar o ensaio fotográfico completo, clique aqui.

Better é uma mudança sonora para vocês, vocês estavam esperando uma resposta tão boa para essa nova direção?

Bradley: Definitivamente houve alguns nervos, porque foi muito diferente de tudo o que fizemos antes. Quando fomos para LA antes do lockdown, falamos com um amigo que nos inspirou dizendo que nosso melhor trabalho veio de nós realmente nos esforçarmos e nos movermos para novos gêneros.

Já houve o medo de que, conforme vocês se movem para um novo gênero, também possam alienar os fãs que estão atrás do estilo “Rest Your Love”?

Tristan: Eu acho que como banda, nós sempre iremos evoluir e mudar para novas versões de nós mesmos. Obviamente, os fãs que gostam de Rest Your love podem potencialmente não gostar das coisas novas e vice-versa, mas nós queremos fazer música que seja verdadeira para nós mesmos e para qualquer pessoa que se conecte a ela no momento. Sempre foi sobre o que queremos alcançar e como fazer as pessoas felizes e os fãs que cresceram conosco, agora têm gostos musicais diferentes também.

Já se passaram seis anos que vocês têm trabalhado a todo vapor, já pararam para sentar e refletir sobre o quão longe chegaram ou isso passou como um borrão?

James: Fizemos isso antes desse álbum pela primeira vez. Este é o período mais longo entre os álbuns que já gravamos, e no ano passado fizemos alguns shows no Japão e depois ficamos lá e tivemos um momento em que tentamos reavaliar a tenacidade de nossa agenda. Nós deliberadamente não fizemos nada por um tempo e tiramos o Natal de folga para pensar sobre o que é importante. Somos muito questionados como “qual é a chave do nosso sucesso”, e é garantir que tudo o que fazemos, acreditamos de todo o coração. Este álbum é outro reflexo disso. Demorou mais para lança-lo, mas isso é intencional para ter certeza de que podemos criar música que nos identificamos.

Qual foi, emocionalmente, a música mais desafiadora de escrever neste álbum?

Bradley: Há uma música chamada Treading Water que eu escrevi em um momento estranho e solitário e nenhuma das músicas que eu estava escrevendo na época estava funcionando. Um dia eu voltei para o hotel e escrevi, e essa foi uma música muito catártica de se escrever, porque é tudo sobre solidão. Uma das coisas do álbum é ser honesto, e acho que isso vai ressoar com os fãs. É sobre não tentarmos enganar ninguém. É assim que nos sentimos quando estamos na pior e nos movendo para alturas massivas.

Quando vocês tocam essas faixas, vocês se sentem como se estivessem revivendo momentos difíceis ou elas ganham vida própria?

Tristan: Sempre que tocamos, há muito entusiasmo e tanta coisa acontecendo que a música cria vida própria. Obviamente, quando você toca uma música triste, as pessoas se conectam a ela e é um momento especial. Quando você segue isso com uma música animada, torna-se um momento feliz, então é uma mistura de emoções.

Bradley: Algumas das canções tristes podem fazer você se sentir livre ao tocá-las ao vivo, porque tira a música do espaço negativo em que foi escrita. É uma coisa linda, e é isso que é tão incrível na música.

Como vocês já se provaram no mundo da música, a percepção dos jornalistas sobre a banda mudou desde os primeiros dias?

James: Nos primeiros dias, nem mesmo nos perguntaram sobre o que a música significava para nós. Era um fato que as pessoas presumiam que não estávamos tão preocupados com a música que estávamos fazendo, o que nunca foi verdade, o que sempre foi difícil de fazer. É bom que em todas as entrevistas que fazemos agora, as pessoas possam ver que realmente investimos na música.

Qual conselho vocês realmente sentiram que precisava naquela época?

Tristan: Eu diria à nossa versão jovem para realmente acreditar e que ninguém mais vai fazer isso acontecer além de você. Se você tem uma visão, é mais fácil fazer você mesmo e realmente trabalhar em seu ofício para ser a sua melhor versão.

Bradley: Acho que tivemos muita sorte no começo, porque temos um vínculo muito especial como amigos e sempre tivemos isso como uma rede de segurança na carreira. Íamos a eventos e havia todas essas pessoas se misturando e, em seguida, nós quatro num canto. Dizer sim é muito importante e ter confiança para sair por aí e ter a mente aberta.

A indústria da música é tão acelerada, mas vocês demoraram muito mais com esse álbum, o que é algo que nem todos os artistas têm a oportunidade, foi uma batalha com a gravadora ou vocês se sentiram apoiados?

Tristan: Temos um ótimo relacionamento com nossa gravadora, e eles nos dão liberdade para fazer o que quisermos, então eles respeitaram que precisávamos de tempo para aperfeiçoar este disco. Acho que você precisa respeitar o fato de não poder simplesmente produzir música tão rapidamente porque tem que vir do coração e de nós no fundo.

O que vocês diriam que foi seu obstáculo mais desafiador?

Bradley: A batalha para fazer as pessoas acreditarem em nós. Neste álbum, fomos primeiro para o Airbnb, pedindo às pessoas que colocassem sua fé em nós na viagem e em seguida, voltando com partes de um álbum. Ter levado as pessoas a um lugar onde inspiramos confiança em nossa comprovada capacidade de entrega foi um grande momento.

Quando vocês olham para trás em sua discografia, o que vocês querem que sua música diga sobre vocês?

James: Acho que se você olhar os álbuns do The Vamps hoje, não acho que você pode dizer que não tentamos coisas novas. Para o segundo álbum, nós nos lançamos em uma direção totalmente nova desde nosso debut, e alguns podem pensar que foi outra pessoa nos dizendo para fazer isso, mas foi genuinamente nossa decisão.

Cherry Blossom é muito diferente, e acho que mostra que estamos dispostos a nos apresentar de uma forma que os outros não estão, e gostaria que as pessoas soubessem que sempre estivemos prontos para aprender mais. Fizemos algumas músicas com alguns artistas indianos e sul-americanos que são incríveis e aprendemos muito trabalhando com eles. Eu amo o fato de que tentamos nosso melhor para sermos o mais versátil possível como uma banda, então espero que seja isso que as pessoas gostem sobre nós.

Qual é a sua FALHA? (trocadilho com o nome da revista)

James: Minha incapacidade de deixar de lado coisas que estão fora do meu controle – ou ter a habilidade de me adaptar a uma situação de mudança.

Connor: Eu acho que minha falha é guardar muito as coisas por muito tempo sem dizer nada sobre isso.

Tristan: Minha falha é que sou muito desorganizado e confuso. Eu quero fazer as coisas, mas não quero, mas isso faz parte de ser eu.

Bradley: Aceitar a mudança mais rápido seria a minha falha. Levo muito tempo para tomar decisões ou colocar minha cabeça em volta das coisas que quero fazer, e fico parado com elas [decisões] por um tempo.

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