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Tendo construído uma grande fã-base desde o início de sua carreira, eles atingiram 2 bilhões de streams no total, e tem colaborações com Matoma, Felix Jaehn e Krept & Konan, além de outras. Seu mais novo EP ‘Missing You’ foi lançado recentemente e representa canções únicas e uma fusão de sons e gêneros diferentes.

O quarteto embarcou em sua turnê pelo Reino Unido e Irlanda começando pelo Sul da Inglaterra em Plymouth e vai até Bournemouth. The Vamps é a primeira banda na história a fazer cinco anos consecutivos de O2 Arena – um novo recorde.

Conversamos com Brad e falamos sobre a mistura de gêneros, festas após os shows, e o que eles mais amam sobre voltar para casa após a turnê.

Vamos começar pelo novo EP, que saiu não faz muito tempo. Vocês co-escreveram e co-produziram. Com a parte de produzir as coisas veio uma grande responsabilidade eu acredito, foi a primeira vez que vocês se aventuraram nessa área, para seus projetos?

Nós produzimos muitas músicas, na verdade; todos nós já trabalhamos em projetos antes. Nós também fizemos uma produção musical para um filme que saiu ano passado, um desenho. O projeto foi mais difícil do que estamos acostumados. Algumas músicas [do EP] são muito, muito pessoais e próximas aos garotos. Eu acho que a produção é uma responsabilidade porque você quer que fique bem feito.

Quanto tempo levou para ficar pronto?

Escrevi a faixa principal com um amigo nosso chamado Jordan Riley, que é um escritor e produtor – um grande amigo. Estávamos tocando no piano e trabalhamos no pós-refrão e tudo foi muito orgânico. Outras, nós produzimos em casa e em outros estúdios e então tivemos uma com Krept & Konan, foi tudo bem natural.

Falando de sua colaboração com eles – como surgiu essa parceria e como vocês sabiam que a fusão dos gêneros musicais funcionaria tão bem?

Lembro-me que na noite anterior eu estava tão nervoso, me perguntando como seria. Queríamos mostrar como músicas podem soar com a junção de dois gêneros que as pessoas não necessariamente colocariam juntos. Estamos muito orgulhosos dessa canção, acho que você consegue perceber nela. Creio que muitas pessoas não esperavam que fosse dar certo.

Conhecemos Krept e Konan numa festa dois anos atrás e nós nos demos bem de primeira. Sabe quando você diz nessas festas que você deveria trabalhar junto? então Krept nos convidou para o estúdio. Não houve nenhuma intenção, apenas um processo orgânico.

 Vocês estão em turnê – o que mais ficam ansiosos quando caem na estrada? 

Soa muito clichê mas depois de estar num estúdio escuro por tanto tempo, você só quer cair fora. Nós sempre queremos que as turnês que fazemos sejam as melhores que já fizemos. Cada vez há um progresso e continua sendo divertido.

Vocês são o tipo de banda que festeja bastante após um show ou são um pouco mais quietos?

Alguns de nós gostamos de festa. Eu perco minha voz as vezes. Depende, você não pode exagerar.

Vocês têm que lidar com muitas groupies, então?

Ah, não [risos].

*Groupies são garotas que perseguem artistas a fim de ficar com eles.

Justo. Como assim vocês só irão fazer uma turnê no UK E Irlanda esse ano, haverá outra no próximo?

Temos planos de passar pela Europa no fim do ano e Ásia no verão, então haverão mais shows esse ano.

Em que país você mais gosta de tocar?

Eu gosto muito da América do Sul, tipo Argentina. Eles são muito carinhosos.

Deve ser surreal, afinal são de uma cultura diferente. Provavelmente é incrível uma banda do Reino Unido tocar lá, com uma fã-base que fala outro idioma.

A primeira vez que você vai parece surreal, nós somos muito sortudos em ter um grupo de amigos tão carinhosos.

Qual a coisa que você mais gosta de quando volta para seu país?

O UK é sempre um lugar onde temos a primeira reação dos nossos novos projetos, você fica ansioso para ver a reação deles antes de tocar para o resto do mundo. E também ver a família e amigos.

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