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“Igualdade de gênero é uma obrigação moral no qual deveria ser apoiada”, declara The Vamps entrevista a Sky News. Com o Brit Awards, a banda disse ao canal que tentam usar a plataforma que possuem para ‘progresso positivo e mudanças’.

A premiação é a última deste ano a usar o tapete vermelho como forma de mandar uma mensagem política. Em 2018, uma carta foi enviada aos nominados, convidados e membros da academia que votaram no Brits, solicitando que usassem uma rosa branca para apoiar o movimento #MeToo.

No último mês, estrelas da música no Grammys usaram rosas brancas, e no BAFTAs, usaram preto em solidariedade as vítimas de assédio sexual.

The Vamps estão entre tantos músicos que estiveram na premiação, e o guitarrista James McVey disse ao Sky News que ele acredita que tais eventos sejam usados como plataformas para promover mudanças.

“Eu realmente acredito que nós devíamos de alguma forma ter obrigação moral de falarmos sobre problemas como este,” disse.

“Igualdade de gênero é uma coisa que todos deveriam se esforçar para alcançar – não há controvérsia -para mim é muito óbvio apoiar a causa.”

“Se você é capaz de retratar isso em eventos grandes e influentes – tantas milhares de pessoas assistem essas coisas – se fosse por mim pessoalmente, eu usaria a plataforma de forma positiva para mudanças.”

O baterista Tristan Evans concordou, dizendo que fazem esforço para terem mulheres em volta em sua grande equipe masculina.

“Houveram algumas mulheres influenciadoras para o The Vamps, especialmente no começo,” disse.

“Em nosso primeiro álbum a empresária de produção era uma mulher, ela criou algo conosco que não poderíamos ter feito sem ela. Então nós temos mulheres importantíssimas em nossa equipe e acredito que seja muito importante.”

McVey está otimista que a mudança está acontecendo na indústria musical. O motivo para estarmos falando disso e a indústria mais receptiva é uma boa coisa, é positivo,” disse.

“A chave para mudança é a comunicação. Você pensa em quão longe chegamos com este problema de racismo ao longo dos dez anos e isso provou que mais pessoas influentes falam sobre coisas, demonstra que pode ser uma mudança real.”

“Acho que há uma noção de entendimento e empatia agora que talvez não havia antes.”

Mas McVey admite que é difícil de controlar o número de mulheres que trabalham para eles.

“Com relação a nós garantirmos que tenhamos engenheiras de iluminação é difícil, porque quando as bandas fazem turnês, esse lado não está está em nosso poder.”

“São os booking agents ou empresas terceirizadas, essas pessoas não trabalham diretamente para nós e sim para outras empresas. Mas espero que esse assunto encoraje as pessoas à estarem em controle e manter igualdade de gênero na hora das contratações.”

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