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A revista tmrw conversou com o grupo sobre boybands, música e mais.

SESSÕES DE FOTOS > 2016 > TMRW MAGAZINE

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The Vamps não é uma boyband, é?

“Nós somos uma boyband no fato de sermos garotos e estarmos numa banda”, diz Tristan. “Mas eu não diria que somos uma boyband tradicional.”

Brad, guitarrista e vocalista, concorda:

“Tudo que vêm com o termo é fácil de pegar; embora nós não vemos como uma coisa negativa, as vezes as pessoas não ‘cavam’ mais fundo que isso. Mas sim, somos uma banda de garotos.”

“Eu fico nostálgico,” Brad ri, explicando o contraste entre seu primeiro disco e o álbum número três. “Quando ouço uma canção dos álbuns mais antigos, me leva de volta ao tempo que foi escrita.”

“Nós ficamos nervosos da mesma forma antes de lançar música nova. É uma coisa que nunca muda, eu não acho que irá [mudar], é normal, te faz humano,” diz Tristan.

Sobre o público, o grupo se diz feliz com conquista do público.

“É interessante, na verdade,” diz o baterista. “Nós começamos a ver novos tipos de fãs – bem diversos. Vai de 12 anos aos pais. É legal!”

Subconscientemente ou não, todo ponto que os garotos fazem parece voltar à um único assunto: tocar ao vivo.

“Nós crescemos adorando bandas que são ótimos performers,” explica Brad, citando Nirvana, Foo Fighters e Artic Monkeys como atrações que os influenciaram.

“Tocar ao vivo como The Vamps, é a coisa mais importante para nós. Você sempre tem algo a melhorar e isso é o que nos anima. Ainda há muito o que fazer.”

“É um pouco clichê, mas você é produto das suas influências. Nós fomos influenciados por bandas de verdade,” ele adiciona.

Tristan nos fala, animadamente, sobre os shows que virão. Evidentemente eles ainda mama o que fazem e tratam com o mesmo entusiasmo da época do Youtube. Eles são esforçados num período onde música pop está virando um hiatus cultural.

“Eu nunca vi pop como uma palavra ruim,” responde Brad quando o pergunto sobre o gênero. “Apesar de tudo, significa música popular. São músicas que as pessoas gostam, porquê você não gostaria de fazer música que as pessoas gostam?”

“Mas as pessoas veem nas entrelinhas facilmente, então se você está fazendo música pop, então tem que ser pessoal para a pessoa que está escrevendo, eu acho é isso. Letras são representativas do que acontece nas vidas das pessoas.”

Tristan adiciona, “todos amam o Justin Bieber agora, nós nunca vimos um radio-friendly (música que toca bastante nas rádios) como uma coisa ruim.”

Para o grupo, eles estão tirando elementos do que gostam e fazendo pop. São energéticos e levam tudo a sério. Mesmo quando volto ao assunto boyband eles relaxam, será que os incomoda compará-los ao One Direction? Brad e Tristan possuem a mesma resposta.

“Não nos importamos do que você nos chame. Apenas venha nos ver num show ao vivo, ouça o que fazemos, e faça um julgamente após.”

The Vamps é uma banda que prova que se divertem como que fazem.

“É o que fazemos,” Brad sorri. “Nós amamos fazer isso.”