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07.07.14
Categorias: Bradley; Entrevista; The Vamps

Time Out Singapore entrevista Brad

Por Paula Sales Compartilhe já em:

A Time Out Singapure fez uma entrevista exclusiva com o Brad, vocalista da banda.

Confira a matéria toda a seguir:

A banda pop britânica The Vamps tem percorrido um longo caminho desde seu começo no Youtube, abrindo shows com Taylor Swift e McFly e lançando um super álbum Meet The Vamps. Karen Gwee conversou com o guitarrista e vocalista da banda, Bradley Simpson.

Em 2012, The Vamps era carne fresca, formada pelo vocalista  guitarrista Bradley Simpson, o guitarrista Jams McVey, o baixista Connor Ball e o baterista Tristan Evans. Eles publicavam covers de musicas populares no canal do Youtube. Passados dois anos, a banda conquistou corações ao redor do mundo com suas músicas pop cativantes, refrãos irresistíveis e é claro, a beleza dos meninos. Eles abriram muito shows, como os de Taylor Swift  e McFly, e chegaram perto da fama com seu primeiro álbum, Meet The Vamps, lançado em Abril. E nenhum deles tem, ao menos, 21 anos! Aqui nós falamos com Simpson sobre a variedade de gostos de musica da banda, interagir com fãs persistentes online e serem comparados a boybands com One Direction e The Wanted.

Vocês acabaram de voltar de apresentações no Japão e Austrália. Como essa tour internacional tem sido?

A primeira apresentação internacional que fizemos foi em Nova Yorque. Tem sido muito bom mas não sentimos uma mudança extrema. Nós percebemos a grande diferença no Japão. É uma cultura muito diferente e realmente me senti em outro país.

Foi muito estranho?

Não, na verdade foi muito legal. Eu realmente não posso me meter nisso… não é que o pessoal do oeste do mundo não seja muito respeitoso, mas as pessoas no Japão respeitam muito o próximo. Eles fazem uma reverência quando se encontram. Foi diferente, porque eu nunca tinha visto aquilo.

Vocês estarão em tour pelos próximos seis meses, abrindo shows para o Austin Mahone nos Estados Unidos e depois farão sua própria tour pelo Reino Unido. É difícil estar longe de casa por tanto tempo?

Nós sentimos falta de nossas famílias. E nossas famílias sentem nossa falta, ou eu espero que eles sintam. Mas eles entendem que gostamos do que fazemos. Eu vou pra casa quando posso, e nós fazemos coisas legais juntos.

Julgando pelos covers que vocês postam no YouTube, nós estamos adivinhando que vocês, provavelmente, ouvem muito pop e Top 40s. Como é o seu gosto musical?

Eu ouço muito Top 40s. Nós todos somos muito ligados ao que está acontecendo no Top 40s e ouvimos isso, mas nossos interesses musicais são diferentes. Eu sou influenciado por bandas indie. Sou fã dos Arctic Monkeys e gosto de Foo Fighters, Two Door Cinema Club e bandas assim. James é fã de country, ele gosta de hip hop e R&B também. Connor prefere pop-punk e rock. Então temos diferentes gostos.

Quais são seus planos para depois da tour? Alguma música no horizonte?

Nós temos algumas músicas prontas, é difícil nós não escrevermos músicas. Gostamos muito de escrever, mas temos pensado muito em como podemos progredir como banda. Estamos pensando em onde queremos levar e como vamos desenvolver nossa música. É um longo caminho antes de qualquer música nova sair, porque acabamos de lançar nosso primeiro álbum. Nós queremos fazer nosso melhor antes de lançarmos qualquer coisa nova.

Como o seu processo de escrita está envolvido?

Eu tenho pensado mais em como isso parece mais fresco. Eu tenho ouvido bandas como The 1975, que são influenciados pelos anos 80, mas soam novos ao mesmo tempo e tenho voltado à bandas como, Kings of Leon e The Strokes, a música que eu venho ouvindo. Tenho escrito mais no piano, também, e tentado usar mais a lógica, em termos de produção.

Vocês fizeram cover de músicas da One Direction e fizeram tour com a The Wanted. Vocês estão preocupados com as pessoas relacionarem The Vamps com essas bandas, ou comparando?

Eu não acho que tenha muito o que comparar. Nós fizemos covers das músicas deles porque gostamos das músicas e vimos que trazia uma certa controversa em termos de fãs. Mas falando em similaridade de bandas, além do fato de eles também serem caras, não tem muita coisa. Nós somos uma banda tradicional, com instrumentos e eles são boybands, apenas vocalistas. A música é diferente. Nós não nos irritamos por isso, só não tem o que comparar.

A banda é muito ativa na mídia social, tipo Twitter, Instagram e Facebook. Mas vocês já quiseram desistir dessas mídias?

Nós sempre tentamos interagir com os fãs, saber o que eles estão pensando. São eles que vão levar tudo isso à frente, essencialmente, então queremos saber o que eles acham. Mas tentamos não nos envolver tanto no mundo do Twitter e Instagram, porque não é o mundo real. É bem fácil trocar. Normalmente, eu sento e assisto um filme, ou saio com os meninos.

Você já teve um encontro bizarro com fãs online? Eles podem parecer meio loucos!

Eles são bem persistentes. Eles mandam mensagens do tipo ‘Por favor, me segue, Brad’ e tweetam o numero de vezes que mandaram a mesma mensagem, e é algo do tipo 230 vezes. É loucura. Nesse ponto, eu normalmente sigo eles.

A música da The Vamps tem sido muito tocada em Singapura, e a banda tem uma comunidade de fãs crescendo aqui. Vocês tem planos para vir para cá?

Nós adoraríamos! Temos notado no Facebook que temos muitos fãs de Singapura e das Filipinas. É sempre legal vê-los online, e nós queremos ir só para conhecer os fãs. Nãos temos nada agendado ainda, mas vamos tentar ir o mais rápido possível.