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30.04.16
Categorias: Revista; The Vamps

The Vamps fala sobre carreira, hiatus da One Direction e mais para a Paper Magazine

Por Paula Sales Compartilhe já em:

James McVey (@iamjamesmcvey), o guitarrista de 22 anos de idade da banda inglesa The Vamps (@wearethevamps), está pensando. “O que mudou desde que começamos?”. Ele segura no suéter do cantor Bradley Simpson. “Olha isso,” ele disse. Simpson eleva-o gentilmente, revelando uma pele bronzeada e cabelo em seu estômago. “Brad tem a linha V,” McVey ri, apontando. “Ele não tinha isso quando começamos.” A resposta de McVey é, inadvertidamente, fazendo seu ponto de vista — a banda literalmente cresceu desde que se formaram como adolescentes em 2012.

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McVey, Simpson (20), o baterista Tristan Evans @thevampstris, (21) e o baixista Connor Ball (20, que está absento, se recuperando de uma lesão no joelho) se reuniram como uma banda moderna — através do poder do Youtube, Facebook e amigos mútuos. Depois de inicialmente ganhar atenção através de covers na plataforma de vídeo, seu single de estreia Can We Dance, e seu álbum lançado em 2014, Meet The Vamps, o transformaram em grandes nomes no Reino Unido, Austrália e Ásia. Em dois anos, o quarteto gravou seu segundo álbum, Wake Up, que foi lançado ano passado e tocou em arenas pelo globo. Assim que seu perfil cresceu, eles se tornaram a outra ponta do triângulo formado pela One Direction e 5 Seconds Of Summer. Sua posição, embora invejável, ganhou a marca pela mídia como uma ‘boy band’, apesar do fato de que The Vamps escreve e toca suas próprias canções.

Simpson aclama. “Eu não acho que nós lutamos conta isso,” ele diz, explicando que no cenário da música também dominado por música eletrônica e artistas de hip-hop, há uma probabilidade que qualquer grupo de jovens, bonitos e garotos, serão chamados de ‘boy band.’ Ele adiciona, “Nós não nos importamos. Na indústria de hoje, há muita guitarra, se uma banda aparece você é categorizado. Mas se as pessoas realmente quiserem saber do que se trata The Vamps, venha à um show — as opiniões das pessoas sempre mudam depois.”

Além de compositores hábeis, a banda frequentemente possui canções como ‘Wake Up’, ou um hook-laden, banjo-jangling como ‘Wild Heart,’ os álbuns são uma mistura eclética de inspirações.

“Trata-se de desafiar a si mesmo. O primeiro álbum foi mais uma mistura de sons”, explica Simpson. Tudo a partir de Bruno Mars a influência folk. O segundo álbum, Wake Up, foi mais coerente e ligado musicalmente. É sobre experimentar, e isso é o benefício de ter quatro rapazes numa banda com diferentes gostos musicais.”

Junto com o começo do terceiro álbum e turnê do segundo, os caras estão se expandindo em território magnata com a criação de sua própria gravadora, Steady Records; eles já assinaram duas bandas, The Tide de Los Angeles e o trio britânico New Hope Club. “Vimos como é emocionante assinar com uma gravadora e ver as músicas se desenvolverem e como o mundo responde,” diz Bradley. “Esperamos ter algum conhecimento para passar aos garotos.” A escolha do The Vamps voa contra uma indústria no encalço com os produtores de dança, mas Simpson, Evans e Mcvey enfaticamente seguram suas mãos, rindo em tentativas de negar a ideia de serem salvadores de bandas jovens.

A conversa se transforma então em sua atual turnê, que os leva pela Europa, América do Sul, México, Canadá e os Estados Unidos; McVey diz que foi um desafio, na dimensão disso. “Nós somos sortudos o suficiente para cair na estrada nos Estados Unidos verão passado por cinco semanas e nós nem fizemos a metade da América do Norte, então é um lugar que realmente queremos explorar mais.”

Com uma base de fãs predominantemente do sexo feminino, The Vamps aprecia a dedicação e energia de seus fãs, mas riem de alguns dos gestos mais estranhos que testemunham em shows. “Eu fui atirado uma caixa de Jaffa Cakes em minhas partes íntimas”, lembra Mcvey, divertindo-se com a experiência de ser apedrejado pelos biscoitos de chocolate. “Na verdade, eu fui atingido no rosto por um sapato. Brad também, e uma garrafa.”

E enquanto a notícia do hiato do 1D abalou o mundo pop no ano passado, o grupo não mostrou nenhum sinal de fadiga apesar de uma agenda agitada, que eles atribuem a três coisas: “Conheça o seu lugar e o que você faz na banda, dar espaço um ao outro e não levar muito a sério,” diz Evans. Simpson acrescenta: “Temos sorte. Isso ajuda que a gente não se sinta tão sério sobre alguma coisa que significaria cair sobre isso com outro membro.”

Eles tomam a mesma abordagem para relacionamentos. Embora Evans aponte: “Alguns de nós estão fora de relacionamentos, outros estão em um. Você nunca sabe,” Simpson acrescenta que “a melhor coisa é encontrar alguém que possa lidar com eles mesmos, que tenham sua própria vida acontecendo.” Ele adiciona, “Seja uma relação ou apenas ficar… é encontrar a pessoa certa. É apenas a vida, não é? Não importa o emprego que você tenha.”

Mas a grande questão ainda permanece: Poderia The Vamps ser a próxima banda de nível 1D a assumir? “É um grande sapato para caber,” Evans diz levemente. Para Mcvey, a prioridade é apenas se concentrar em ser The Vamps. “Eu espero que continuemos fazendo isso por mais anos. É uma pena que 1D tenha dado uma pausa, mas se seus fãs querem ouvir outros tipos de música,” ele lentamente sorri, “eles podem nos ouvir se quiserem!”