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Eles são uma das bandas britânicas mais bem sucedidas da última década.

E isso pode se dar – ao menos uma parte – pela mãe de Taylor Swift.

Os caras abriram a turnê da cantora em 2014 em Londres, na era Red Tour, e receberam conselhos de carreira a Sra Swift.

O baterista Tristan Evans explica: “Lembro-me de conversar com a mãe de Taylor sobre o quão envolvidos estávamos e perguntá-la sobre o palco, e ela disse, ‘Não, você não pode contar com essas pessoas, você tem que fazer você mesmo’.

“Foi muito legal para nós pois éramos jovens. Te faz se dar conta o quão envolvida ela está e o quanto você deve [estar] porque você é o responsável por subir lá e performar.”

E eles claramente foram influenciados pela queridinha da América também.

O vocalista Bradley Simpson disse: “Raramente você tem a chance de passar seis noites apenas assistindo uma profissional como a Taylor arrasar, então você apenas senta e anota.

“Acredito que ela teve uma influência enorme em nós em termos de como ela lida com sua carreira. Ela é uma chefona. Ela está em todas, mas não numa forma arrogante.

“Ela trata as pessoas também, nós tentamos aprender bastante com ela.”

Eles estão juntos há sete anos e estão na casa dos vinte – então, qual é o próximo passo?

O guitarrista James McVey chama as faixas de seu próximo EP – Missing You – de “músicas mais honestas que já fizemos.”

As quatro canções foram inteiramente escritas e produzidas pela banda.

Após cinco anos de turnê intensiva os garotos tiveram alguns meses de folga para “reajustar-se e ter perspectiva” antes de voltarem a fazer música.

Simpson explica que eles “precisavam desse tempo para viver a vida e ter experiências que poderiam ser usadas nas composições”, descrevendo o processo como “forma de terapia.”

Apesar do sucesso como grupo, é notório que a popularidade de James McVey cresceu após participação no reality show I’m A Celebrity.

Ele chama experiência de “genuinamente uma mudança de vida.”

Evans descreve assisti-lo no programa: “Foi divertido porque sabíamos exatamente como ele estava se sentindo, pois conhecemos sua linguagem corporal e quando ele está bravo.

“Foi engraçado ver seu irmão na televisão quando você normalmente está junto dele o tempo todo.”

Apesar do sucesso do guitarrista – que quase foi as finais – os outros não demonstram vontade de seguir seus passos. Simpson, que gosta de cozinhar, admite que gostaria de participar do Bake Off.

O quarteto também revela que usa a fama para o bem.

McVey explica: “Nós gostamos de usar a plataforma que temos para falar sobre coisas das quais estamos apaixonados e se houver alguma mudança positiva que possa ser feita a partir de nós, acreditamos ser um bom passo.”

Anteriormente ele revelou ao público sua relação negativa com comida, ficando obcecado com seu peso.

Ele admite: “Nós ainda temos um longo caminho com homens e comida. É muito bom que a saúde mental masculina tenha começado a ser abordada, mas há muito mais para ser feito.”

E os garotos admitem que os holofotes da fama colocam pressão.

Simpson diz: “Eu acho que há muitos olhos em coisas erradas na vida e que a mídia reproduz.

“Somos apenas músicos – gostamos de escrever e tocar música – algumas vezes todo o barulho pode ser frustrante.”

O baixista Connor Ball, que mencionou como lidou como sua ansiedade no passado, diz que recebeu mensagens de apoio de muitos fãs.

Mas é uma faca de dois gumes, Ball explica: “Temos uma plataforma para falar sobre isso, onde potencialmente pessoas estão se sentindo muito piores do que nós e não podem falar nada ou não recebem a ajuda que precisam. Se podemos ajudá-los, é incrível.”

A banda se conheceu online e reconhece que a obsessão pela internet é o lado negro da coisa.

Evans elabora: “Pressão é uma coisa muito forte. Todos nós conhecemos pessoas mais jovens no mundo, que se espelham em pessoas nas redes sociais, e eles se comparam à eles em pontos não realísticos.”

Simpson completa: “Eu acredito que impacte em seu estado mental. O fardo de se sentir julgado por algo que postam, em uma escala tão grande.”

Ele diz que foram sortudos em crescer enquanto as redes sociais ainda estavam evoluindo, chegando ao fim da adolescência antes da mídia possuir tanta interação.

“Na nossa adolescência nós passávamos o tempo socializando no formato cara-a-cara. Mas acredito que agora crescer deve ser tão difícil, por que tudo está de cabeça para baixo e todas as suas interações se tornaram online e menos presenciais.”

É uma realidade que muitos de seus fãs conseguem se relacionar.

Então, ao se preparar para embarcar numa turnê de três meses – o que inevitavelmente demanda bastante do emocional e físico – será que eles estão animados?

“É uma coisa incrível que podemos fazer, então passar três meses na estrada com seus amigos é um prazer,” diz Simpson.

Mas eles são mesmo amigos? “Absolutamente, amizade vem primeiro,” explicam.

Evans conclui: “Nós estamos juntos há sete anos e não iremos mudar. Sinto que isso nos traz mais parte ou mais distante. Para nós, 100% mais perto.”

Fonte: Sky News

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