AgendaPróximos eventos

17/09 São Paulo – Brasil
20/09 Buenos Aires – Argentina
23/09 Auckland – Nova Zelândia
26/09 Brisbane – Austrália
27/09 Sydney – Austrália
30/09 Melbourne – Austrália
03/10 Perth – Austrália
10/10 Tóquio – Japão
11/10 Tóquio – Japão
13/10 Osaka – Japão
15/10 Taipei – Taiwan
02/02 Cape Town – África do Sul
03/02 Johannesburg – África do Sul
04.01.16

Scans: The Vamps na revista Beyond The Stage

Postado por Paula Sales Compartilhe já em:

Recentemente a banda The Vamps bateu um papo com a revista Beyond The Stage e a edição de fim de ano foi disponibilizada online.

Confira agora os scans e tradução da entrevista:

BEYOND THE STAGE MAGAZINE

4~25.jpg5~22.jpg6~17.jpg2~33.jpg
Bradley Will Simpson, James Mcvey, Tristan Evans e Connor Ball são The Vamps, sensação pop mundial (nós achamos esse termo mais apropriado do que boy band, já que os quatro membros tocam instrumentos em ambos os álbuns e palco.) Formada em 2012 ganhou rapidamente grande apoio dos fãs que os acharam no Youtube com covers e originais que atingiram milhares de visualizações em um curto tempo, The Vamps rapidamente encontrou o poder das redes sociais e os fãs por trás das contas. Os milhares [de fãs] atrás dos tuítes apoiadores e comentários no Youtube foram rápidos para mostrar apoio nos shows ao vivo também, com elogios sendo espalhados sobre como seus concertos são incrivelmente impressionantes para uma banda que não tem tanto tempo de carreira. Mesmo ainda crescendo o grupo tem uma meta.

“Nós dissemos hoje Madison Square Guarden, seria incrível.” Tristan nos disse, com Brad rapidamente adicionando “E a América do Sul, nós vamos ano que vem. Ouvimos muitas coisas loucas sobre os shows Sulamericanos.”

Nós achamos essas metas alcançáveis por conta de duas coisas; Os shows da banda, e seus fãs incríveis. Nós, do BTS, tivemos o prazer de vê-los performando duas vezes em dois shows diferentes, porém ambos foram entusiásticos e interativos. O primeiro, numa casa de show maior em Minneapolis alguns meses atrás, com fãs de seis ou oito anos, com suas mães cantarolando junto que, provavelmente tiveram que trazer suas filhas, mas sabiam as músicas. Foi um set cheio de músicas originais e covers, e muitos gritos de ‘Eu amo vocês!’ da plateia, mas algo estava falantando: música nova. Alguns dos fãs que os assistiram a turnê Meet The Vamps mais de uma vez admitiram que precisavam de novas músicas para serem tocadas, e que estas deveriam estar prontas para seus shows ao vivo, não é o caso de algumas que eles gravaram pela primeira vez.

Quando nós ouvimos o novo álbum, nós sabíamos certamente que foi um passo para frente do seu primeiro disco, e tinha a ver com o tempo que eles tiveram para criá-lo.

“É diferente tas as vezes, compor, depende, acontece no mundo inteiro para nós – quando estamos em casa, na turnê, então todo o tempo. Começa com alguém num quarto de hotel com alguém em casa com um violão, e vem alguma ideia para o passo inicial ou talvez escrever um verso, nós compartilhamos isso com os outros e meio que sai daí,”James nos disse sobre compor uma canção.

Ele continuou “Os outros três garotos realmente são bons em produzir então nós somos sortudos que podemos fazer – bem eu ia dizer demos, mas nós podemos criar uma música inteira em casa ou na estrada ao mesmo tempo. Começa talvez com um ou dois de nós e expande para os outros e nós todos meio que contribuímos com isso.”

Quando perguntado sobre gravar num estúdio próprio em suas casa, Connor rapidamente disse: “Depende, dois de nossas músicas que nós gravamos, não estávamos em um estúdio, estávamos no Pig House Studios, que é na casa de Tristan, e na minha, que ainda não pus um nome. Apenas depende como nós queremos fazer isso, se nós queremos fazer nós mesmos ou com um produtor que poderia nos levar a outra nível.”

James, vê menos perspectiva de produção e mais pela banda, “Não há tempo quando nós não estamos trabalhando para nós mesmos. Algumas vezes no estúdio eu acho que há um pouco de pressão ocasionalmente quando se tem sete horas, quando nós estamos produzindo na estrada você realmente tem tempo de fazer exatamente o que quer.”

A colaboração de cada membro no disco Wake Up realmente é aparente, não só com o talento de cada membro sendo representando pelos instrumentos, mas por seus interesses individuais musicais.

“Bem, eu acho que a indústria da música mudou nos últimos anos. Há mais influência dos anos 80 e EDM veio à tona.” Brad começou. “Não há muitas bandas no mundo pop. Quando nós tocamos ao vivo nós tentamos soar mais rock’n roll, uma banda mais orgânica apenas pela natureza do que tocamos no palco, como nossa bateria e guitarras elétricas e baixo, então nós tentamos levar o que somos ao vivo.

Nós tentamos trazer mais eletrônica e influência dos anos 80 mas ainda é a banda, algo como MGMT, eles fazem isso muito bem. Eu acho que Imagine Dragons é ótimo. Até mesmo The 1975, eles tem um som eletrônico então leva a um som específico, mas eles ainda soam como eles e é o que estamos tentando fazer.”

Com seu segundo álbum Wake Up, The Vamps tentou (e conseguiu) integrar eletrônica e ainda soar como a banda que são, e não uma boy band com uma base de música. Abrindo a faixa infeciosa ‘Wake Up’, parece-me algo que estaria em Ep’s e singles de rádio. O álbum contagia os fãs que estavam lá desde o primeiro dia, mas leva a banda a um lugar mais maduro do que o primeiro. ‘WindMills”, “Cheater” e “Coming Home” são faixas incríveis do álbum: músicas pop feitas para serem tocadas ao vivo.

“Wake Up” é divertida para um show ao vivo, e ‘Rest Your Love’ é muito boa, nós tocamos recentemente e foi bem bacana. Foi a favorita da plateia.” James disse quando perguntado sobre as canções que gostam de tocar ao vivo, com Brad adicionando “Nós também gostamos de tocar Wake Up porquê é a primeira canção que influenciou o resto do álbum, eu também acho que nós gostamos de músicas diferentes, mas há como quatro ou cinco que estamos animados para tocar esse ano.”

Certamente pareceu que foram mais de quatro ou cinco que eles estavam animados para tocar pela segunda vez quando nós vimos The Vamps após essa entrevista, em seu show de lançamento em Nova Yorque: foi como assistir uma banda madura de quatro anos em quatro meses. Ainda mais presentes no palco e claramente orgulhosos das reações que receberam das canções que vem trabalhando à mais de um ano, foi ótimo ver fãs que esperaram pacientemente por música nova estarem contentes do jeito que desejaram, e ter a banda feliz sobre a música que eles estavam colocando. Na era do ‘streaming’, muitas fãs não estão mais comprando por músicas ao invés disso, usando serviços para tocar álbuns que custariam dez ou quinze dólares.

Eles sempre foram próximos as mídias sociais, falando com fãs de todos os modos, e definitivamente continuaram o streaming, com mais de 500,000 seguidores no Spotify. Ao invés de lamentarem por perdas de vendas do álbum para esses serviços de streaming, o quarteto está ganhando fãs em seus shows, constantemente em turnê sem tempo de parar. Trazendo shows de abertura como The Tide, primeiros artistas que assinaram em sua própria gravadora, para aquecer a plateia que mantém a energia do momento em que eles entram no palco até o  que saem, The Vamps merece uma turnê de sucesso. Já abriram para Selena Gomez, The Wanted, McFly e Taylor Swift, claramente aprenderam algumas coisas.

2015 trouxe a banda um novo álbum e mais turnês. Com tanta coisa em 2015, nós tivemos que perguntar: E 2016? Brad respondeu rapidamente, nos dizendo:

“Muita turnê, shows, conhecer o máximo de pessoas que pudermos. Os live shows têm sido uma grande parte disso, então nós tentaremos após o natal mergulhar no ano novo e fazer os shows ao vivo o melhor que eles podem ser especialmente com o novo material que nós temos. Esperançosamente eles podem esperar algo novo e uma experiência suada.”