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05.09.16

Scans: Connor Ball na revista Style Birmingham

Por Paula Sales Compartilhe já em:

O baixista da banda The Vamps, Connor Ball, estrela a capa masculina da quinquagésima edição da revista Style Birmingham, de sua cidade natal. Ball ainda concedeu uma entrevista sobre sua carreira.

Confira:

À partir da página 83.

 

 

Connor Ball – A história por trás da música

Em cinco meses Connor Ball, do The Vamps, completou uma turnê mundial, se recuperou de uma cirurgia e voltou para o cenário do Youtube. Nós sentamos com o baixista para falar sobre o terceiro ábum, suas inspirações musicais e a vida na estrada.

Connor Ball chega ao nosso estúdio numa quarta-feira de manhã, nos cumprimentando com abraços e apertos de mão. Sorte a nossa. Nós passaremos o dia inteiro com o baixista do The Vamps para falar tudo sobre música nova até vida na cidade; de qualquer forma, sua atitude nos leva a pensar que ele só está aqui para ficar conosco. Ele está sem seus companheiros de banda Bradley Simpson, Tristan Evans e James McVey, que completam a banda e estão rapidamente construindo um legado. Os caras têm trabalhado incrivelmente duro para chegar aonde estão hoje, sem passes livres, apenas ensaios constantes e o uso das redes sociais para fazer com que sejam ouvidos.

“Eu peguei num violão quanto tinha 10 anos, minha avó me deu um, e ficou numa parede do meu quarto por um ano e eu apenas não me importava. Então eu comecei a ouvir bandas como McFly, Blink 182 e Sum 41, que começaram realmente a me influenciar a tocar. Eu costumava tocar por cinco horas ao dia, e não havia um momento em que eu estivesse como, ‘Oh, eu tenho que ir tocar’, eu apenas queria tocar, e praticar, ficar melhor naquilo. Eu não estava fazendo isso porque queria estar numa banda ou ter sucesso, eu estava tocando porque gostava muito.”

Connor conheceu o resto da banda através das redes sociais, onde eles postavam covers de canções no Youtube, rapidamente ganhando admiradores.

“Foi orgânico, nós não fomos forçados a sermos amigos, nós fizemos amizade da mesma forma que nós fizemos uma banda,” diz Connor, falando sobre a amizade entre os colegas. Logo depois eles assinaram com a gravadora Virgin Emi Records, no fim de 2012. “Eu apenas saí da escola, eu estava com 16. Eu juntei a banda e saí e todos nós pensamos, ‘é isso ou será horrível’. Nós nunca pensamos que seríamos grandes como somos agora. Quando começamos nós estávamos ensaiando numa garagem. Fomos sortudos por entrar em turnê com o McFly, foi incrível, e eu acho que foi quando nós percebemos que era o que queríamos fazer.”

Desde então têm sido uma jornada e tanto para a banda, e é válido dizer que eles estão arrasando. Seu primeiro álbum, Meet The Vamps, alcançou a segunda posição nos charts do Reino Unido e desde então, eles têm tido cinco singles no top 10 do Reino Unido, e já lançaram o segundo álbum, Wake Up. Vindos de diferentes backgrounds musicais, dá a banda uma vantagem de produzir diversas canções.

Isso faz o que The Vamps é hoje. Connor admite que enquanto crescia ele “apenas gostava de um tipo de gênero musical,” mas diz que ser parte de uma banda fez seu estilo musical mais eclético.

“Eu gostava muito de pop e coisas alternativas mas agora eu posso ouvir de tudo. Eu acho que uma vez que você começa a escrever você aprecia outras músicas porquê você nota o que está escrito, ou a melodia, mesmo que não seja o gênero que você goste. Agora eu amo o novo álbum do Panic! At the Disco; Eu gosto de You Me At Six; Eu gosto de alguns trabalhos do The Chainsmokers, a faixa Don’t Let Me Down é ótima.”

Então o que há por vir para Connor e o resto do The Vamps? Bem, eles já estão trabalhando em seu terceiro álbum.

“Nós tomamos outro rumo. Há elementos do primeiro álbum mas fazendo-o mais moderno; nós adicionamos algumas baterias e coisas do tipo. Continua muito do The Vamps mas um pouco mais contemporâneo.”

A banda está puramente envolvida em criar sua música, do começo até a produção.

“Nós falamos com os produtores e dizemos ‘isso é como nós queremos que soe.’ Eles terão ideias e nós teremos ideias que irão se encontrar. “Dois de nós estávamos em LA recentemente, eu fui com o Brad meses atrás e nós escrevemos algo como cinco ou seis canções. Nós vamos a estas viagens de composição e terminamos com 40 músicas diferentes, e nós temos que escolher à partir dessa lista. Escrevê-las é bem fácil, mas selecionar nossas favoritas é muito difícil.”

A banda não é estranha a colaborações. No passado eles trabalharam com Shawn Mendes e Demi Lovato; e aparentemente pode haver mais colaborações para o terceiro álbum.

“Nós temos algumas pessoas em mente, então esperançosamente pode ser uma das primeiras canções que nós lançaremos. Eu amaria fazer algo com Will Smith, se ele estivesse fazendo rap em uma de nossas canções, eu amaria isso!”

Têm sido um ano ocupado para Connor e o resto da banda, de Janeiro até Maio eles estiveram na estrada para a Wake Up World Tour.

“Foi uma turnê bem relaxada,” ele disse.”Não havia estresse algum, nós temos uma grande equipe conosco e eles são bons em fazer suas coisas, e nós somos bons em fazer a nossa. Ninguém estava estressado, então foi divertido.”

A turnê começou pela Austrália, e os garotos aproveitaram para ver o máximo dos países em que eles iam tocar.

“Na Austrália nós fizemos uma grande escalada. Quando estávamos na América do Sul nós saímos para conhecer um pouco. Foi um pouco perigoso mas nós tínhamos seguranças conosco.”

Mas parte da turnê acabou para Connor quando ele fraturou seu joelho e teve que voltar ao Reino Unido para uma cirurgia.

“Eu tive que viajar de Hong Kong para casa quando eu machuquei meu joelho, foi horrível, eu fiquei sentado no sofá dos meus pais por quatro semanas.”

Mesmo assim ele não deixou de voltar a turnê para a etapa britânica em Março.

“Nós fazemos dois shows e então temos um dia de folga, então ficamos felizes. Normalmente você quer sair ou fazer algo após o show porquê você está tão cheio de adrenalina. É um sentimento bom.”

Essa etapa da turnê foi uma das maiores. A parte britânica os teve tocando em arenas pelo país, incluindo duas noites na Genting Arena, mas eles possuem seus olhos em palcos maiores no futuro.

“Eu acho que o Madison Square Gargen em Nova York seria incrível,” adicionou Connor. “Nós tocamos na O2 em Londres algumas vezes, o que sempre foi uma meta para nós, então já realizamos. Wembley Stadium é enorme, então seria incrível. Para ser honesto apenas viajar pelo resto do mundo seria incrível. Nós fomos a muitos lugares na turnê passada mas não fomos ao México. Eu adoraria ir e tocar.”

Após cair na estrada por cinco meses, Connor retornou a sua casa em Birmingham.

“Quando você volta você sente como se tivesse que fazer algo ao invés de relaxar, é um pouco difícil voltar ao modo quieto,” ele diz. “Eu não faço nada, relaxo e sento no sofá. Eu gosto de sair; Pryzm na Broad Street é boa para uma saída. Aluna no Mailbox também.”

Connor é um cara normal de 20 anos. Ele está vivendo seu sonho, mas está determinado a não deixar a fama tomar conta de sua cabeça.

“Eu não mudo nada que eu normalmente faria quando estou em casa, é completamente a mesma coisa que meus amigos estão fazendo, eu gosto de vê-los o máximo possível quando estou em casa e apenas tento voltar ao ambiente casual ao máximo, você mantém-se humilde eu acho.”

Assim como passa seu tempo com seus amigos e em seu estúdio de gravação em casa, Connor recentemente lançou seu próprio canal de Youtube, onde ele voltou para suas raízes, postando vídeos de covers.

“Poder fazer algo separado da banda é legal porquê ajuda a manter as coisas novidade. Eu não acho que eu seria capaz de sair da banda mas é bom voltar a fazer o que eu fazia, ao mesmo tempo que faço o que faço agora.”

Está claro que o futuro parece brilhante para Connor e The Vamps e mal podemos esperar para ouvir o terceiro álbum!