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28.07.17
Categorias: Entrevista; The Vamps

Reuters: Um minuto com a banda britânica The Vamps!

Por Jonnatha Ericles Compartilhe já em:
​A banda britânica The Vamps conversou com a Reuters esta semana, antes do lançamento de seu novo álbum de duas partes “Night & Day”.
A primeira parte ‘Night’ foi lançada nesta sexta-feira e a ‘Day’ virá no final deste ano. Connor Ball, Tristan Evans, James McVey e Brad Simpson, comentaram sobre o seu terceiro álbum, por que eles começaram sua própria gravadora e comparações com o One Direction.
Por que lançar um álbum de duas partes?
Simpson: Os últimos dois álbuns que fizemos, escrevemos muitas músicas; cerca de 40 e você tem que reduzir para um álbum de 12, 13 canções. Você meio que perde faixas que são bastante pessoais para você, dá um aperto no coração.
Portanto, é sempre triste vê-las nunca serem lançadas para o mundo. Eu acho que ao fazer este álbum em duas partes significa que podemos lançar mais músicas, e nossos fãs terão mais material. A primeira metade do álbum é um pouco mais sensual. E a segunda metade, é um pouco mais orgânica e edificante.
Vocês criaram o seu próprio selo, vocês querem assumir a indústria?
Evans: Sim, assinamos com uma banda americana e uma britânica. O mais recente é chamado de ‘The New Hope Club’… Eles nos apoiaram há alguns anos e é realmente interessante para nós podermos entrar nesse tipo de mundo de estar atrás da tela. É realmente interessante ver uma banda crescer e encontrar-se [na sociedade]. Então, para nós, isso é emocionante e nós adoramos fazer isso.”
Vocês se dão bem um com o outro o tempo todo?
McVey: É como uma família, nós geralmente nos damos. Eu acho que é por isso que somos companheiros e é como os seis anos desde que conheci Brad… não tivemos nenhum grande problema ou nada do tipo. Nunca tivemos grandes conflitos.
Ouvi que vocês não gostam de ser chamados de boy band e serem comparados com One Direction?

Evans: Nossos shows ao vivo são diferentes, nossa música é diferente, não temos o cabelo tão bom quanto eles; Somos diferentes, eu acho. Mas nós somos garotos em uma banda, então somos uma boy band. Então, sim, nós não nos importamos.”