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Quando a sensação teen The Vamps visitou Mumbai, adolescentes foram à loucura.

Eles não são uma boyband convencional, já que nenhuma gravadora os juntou. Muito talentosos e populares com shows esgotados mundialmente, o quarteto britânico The Vamps não podem ser descritos como apenas sensações do Youtube, nem mesmo porquê foi como se juntaram e ganharam uma fã-base. Hoje, eles viajam o mundo e estão à procura de novas experiências. Prya Pathiyan, que leva os turistas para visitações em Mumbai, levou os garotos para passearem e ter um gosto da vida Indiana.

Às onze da manhã: Eles tiveram pouco tempo de sono já que chegaram na noite anterior. Agora que estão acordados e prontos para conhecer Mumbai, me contam o quão espantados ficaram com o que aconteceu no aeroporto.

Tristan exulta, “É nossa primeira vez na Índia e nós temos duzentos fãs esperando por nós fora do aeroporto!”

2:00 pm, sessão de fotos: É um photoshoot para o HT Brunch e eles estão bem comportados ao provar trajes indianos por Arjun Khanna, em uma suíte de frente para o mar no Taj Land’s End. Previsivelmente, o papo se torna sobre o país.

Brad confessa. “Estou animado para provar iguarias indianas. Nós provamos um curry de queijo cottage, que era delicioso.”

James admite que estava impressionado com a cerimônia de boas vindas no hotel, com bênçãos em forma de guiarlandas florais.

4:00 pm, lobby: Os garotos são apresentados ao director Farah Khan e ator Boman Irani.

“Não sabemos muito sobre a indústria, mas é fascinante,” diz Connor. Tristan adiciona, “Nós queremos nos envolver mais com Bollywood.”

Isso faz sentido, já que eles começaram a produzir o single. Perguntamos o que poderiam falar sobre a experiência de Beliya, que esteve no topo de 23 países.

Connor diz, “Gravamos Beliya em Londres e nos levou apenas um dia para escrevê-la” James adiciona “Foi muito bom gravar com Vishal e Shekhar. Nós cantamos juntos num grupo vocal. Eles nos ensinaram como cantar em Hindu e a versão original foi a escolhida.”

“Eles têm sido como professores para nós,” Brad continua, “São muito talentosos e incrivelmente bons compositores. É um modo totalmente diferente de compor do que estamos acostumados, mas gostamos muito. Eles me fizeram cantar algumas partes em Hindu. Foi ótimo ler comentários no Youtube de fãs felizes ao nos ouvir cantar em Hindu.”

Ele menciona um incidente no aeroporto na noite anterior. “Brad, seu Hindu é melhor que o meu!” um sujeito lhe disse. Ele entra naturalmente na música, “Jaisa mein hu, waisi hain tu…” admitindo que teve que praticar um pouco.

“Foi difícil pronunciar o ‘dil’ corretamente. Você tem que enrolar sua língua de modo diferente para ther o som do ‘l’ no final,” ele sorri, aquele sorriso que aquece o coração das Vampettes.

4:30pm, carro: Nós conversamos com Ted May, gerente sênior de makerting internacional da Virgmin EMI, para obter um rápido perfil psicológico de cada um dos garotos.

“Tristan é o mais louco. Ele é muito louco, sempre de bom humor, sempre super divertido. James pode ser mais sério, sempre indo para a academia. Claro que ele pode ter momentos divertidos com os outros caras, mas ele está realmente focado. Connor, da Escócia, é o favorito dos fãs. Ele é um pouco tímido e leva um tempo para se abrir. Mas acho que as garotas gostam disso. E então há Brad, uma superestrela, sempre cheia de energia. Há uma boa mistura que funciona entre os integrantes. Eles compartilham quartos e vivem nos bolsos um dos outros.”

Quando mencionamos o quão humildes eles parecem, ele concorda,

“Seus pais são grande parte disso. Na verdade, todos são muito família. É provavelmente por que sempre estão longe. Quando voltaram para casa, estão procurando por proximidade. Enquanto outras crianças estão se revoltando e procurando emoção, eles já têm bastante emoção.”

Eles mudaram desde que os conhece?

“Talvez tenham crescido um pouco, mas sempre foram incríveis, muito maduros e sérios sobre sua música. Não tiveram problemas…queria que todos fossem assim!” Ele ri. Mas ninguém quer lidar com brigas de estrela. “A diferença entre eles e os jovens de sua idade é que entendem que esta é uma vida incrível e querem continuar fazendo isso pelo tempo que puderem,” diz May.

4.45 pm, Forte Bandra: Nós estamos no Forte português Bandra, de frente para o brilhante mar.

Aqui, após de posar para mais fotos, The Vamps entra na zona e fala sobre sua música, o que é diferente da One Direction, com quem são comparados. Eles já fizeram covers de músicas como Oh Cecilia e Kung Fu Fighting.

James diz: “Fazer covers é divertido, mas também um desafio. A questão é quanto ficar fiel ao original e ainda pensar em como fazer nosso. Tipo nós tínhamos um som específico para o segundo álbum Wake Up no momento em que Kung Fu Fighting aconteceu e tínhamos que pensar em como integrá-lo com essas músicas.”

5:15 pm, Waroda Road: Nós estamos em frente a Padaria St Jude’s enquanto os diga sobre a arte de rua de Bandra e os jantares secretos aqui. Fascinados, os garotos gostariam de ficar mais tempo para epxlorar. Logo eles são distraído por um motorista. É totalmente diferente de casa?, nós perguntamos.

Brad responde, “É e não é. Nós vamos a casa de shows com muitos fãs fora. Mas somos capazes de viver uma vida normal também. Nós queremos isso. Somos normais, garotos pé no chão. É fácil ficar presunçoso com toda a atenção. Você pode querer fazer isso por um tempo mas então fica entediado. Estamos felizes com as pequenas coisas. Nós viajamos o mundo mas não vimos realmente tudo. Gostaríamos de ir e explorá-los propriamente. Mas nós amamos o que fazemos.”

5.30 pm, St Andrew’s College: Estamos passando por um campo de futebol e há um jogo acontecendo. Todas as cabeças giram na direção dos jogadores cobertos de lama.

“Eu adoraria tentar. Eu jogo em casa,” diz Brad. “A lama é boa para a pele, não é?” Connor ri. Tristan acha que seria bom para um de seus videoclipes, enquanto James diz, “Tristan e eu gostamos de críquete, mas não jogamos tanto.”

6pm, Bandra-Worli Sea Link: Nós estamos em direção a Worli, quando o taxista tem que desviar de repente de uma van que vem ao nosso encontra. Nossos corações estão quase em nossas bocas.

Tristan exclama, “Como você sobrevive? Essa é a experiência de carro mais intensa da minha vida!” Achei que Connor iria direto para o mar através do para-brisa. Connor está abalado mas indiferente, “Sim, eu poderia ter tocado nessa grade. Foi um bom desvio aliás. Muito bem, motorista!”

Isso me lembra de outros incidentes assustadores. Connor pede a James que nos conte sobre uma vez que ele ficou muito assustado. James ri,

“Foi no Peru. Havia cães selvagens e não eram muito legais.”

Então a conversa vira sobre pessoas comerem cachorros nas Filipinas e prova de grilos.

Brad diz, “Comi grilos cobertos de chocolate, eram secos e crocantes. Nós provamos comidas em todos os lugares que vamos. James pergunta qual o melhor lugar para comer e tentamos o prato principal em cada lugar que visitamos. A melhor carne que tivemos foi na Argentina.”

Eles querem saber o que os indianos pensam sobre comer carne. Também estão curiosos sobre meditação e yoga. E se perguntam se são parte da vida diária na índia. Tivemos também uma longa discussão sobre religião.

6.30 pm, Hahi Ali circle: Uma vendedora de flores tenta arduamente vender rosas. Eles estão bastante impressionados com a atenção e surpresos que ela fala inglês fluentemente.

7pm, Gateway of India: Eu os digo como ele foi construído para comemorar a visita do Rei e da Rainha da Inglaterra nos dias de Raj. Eles admitem que se sentem culpados por serem britânicos em um país que foi colonizado por seus antepassados.

19h30, Colaba: Estamos discutindo seu processo de música num Café icônico, Mondegar, Colaba, no qual acham muito pitoresco, mesmo que não possam encontrar sua música no jukebox!

“Por termos começado jovens, nosso primeiro álbum capturou nossa animação. É muito edificante e agradável,” James explica. Brad diz, “O próximo é um pouco de sentimento. Todos nós contribuímos para as letras.” Connor adiciona, “Nós compomos com outras pessoas também. Para esse próximo álbum, fizemos bastante em LA e trabalhamos com algumas pessoas novas.”

É por isso que quando lhes digo adeus, entendo por que são tão populares. Os garotos não são superficiais ou vazios. Seu apelo não tem fronteiras por que esse é o universo que a geração de hoje habita.

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