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A Vulkan Magazine divulgou uma entrevista exclusiva com The Vamps realizada por Joseph Sinclair. No bate-papo, o grupo fala sobre a era All Night, turnê mundial e planos para 2017.

Confira o ensaio e o papo abaixo:

SCANS > 2017 > VULKAN MAGAZINE – MAIO

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The Vamps roubou os corações de muitos quando se tornaram um nome familiar criando covers no YouTube de canções do One Direction, Taylor Swift, Justin Bieber e muito mais. Desde então, o grupo têm crescido na ocasião e tem alcançado sucesso mundial com música autoral. A Vulkan sentou-se com os galãs para ver como eles têm tratado a fama e descubra o que podemos esperar nos próximos meses.

Vocês lançaram recentemente uma autobiografia… o que levou a escrevê-la? O que os leitores podem tirar dela que não serão capazes de encontrar em outro lugar? 

Queríamos falar o mais honesto possível sobre como os últimos quatro à cinco anos foram para nós como uma banda. Na maioria das entrevistas, você só tem 10-15 minutos com alguém – de modo que eles nunca conseguem ter uma sensação de quem somos. Também nesse tempo com alguém você nunca quer dizer nada negativo sobre como a vida em uma banda é, então no livro, nós realmente temos que dizer as pessoas sobre os altos e baixos!

Vocês tem um novo single, “All Night”, que tem a participação do Matoma. Como surgiu essa colaboração? Vocês podem nos contar sobre a inspiração por trás da música?

Matoma é um cara incrível, já tínhamos feito a música até um ponto em que ficamos felizes com isso, mas pensamos que poderia ser levado para outro nível em termos de produção. A batida foi muito mínima e precisava ser expandida com novas melodias, etc. Então nossa gravadora enviou-a para o Matoma e ele colocou sua essência e arrasou de primeira! Ele realmente trabalhou bem. A coisa que eu pessoalmente gosto sobre “All Night” é que quando alguém vê o título da música, eles podem pensar que é uma música sobre festas, o que é bem o oposto! É uma canção sobre estar neste tipo de estado de sonho com alguém que você ama e como é sempre incrível. Os versos vão para um pouco mais de detalhes relembrando o passado.

Vocês entrarão em uma turnê mundial no ano que vem. Há lugares que vocês estão particularmente animados para ver/performar?

Estamos entusiasmados com todos os lugares! Para ser honesto, nós realmente não tivemos nenhuma experiência ruim em um lugar. No entanto, estamos sempre animados para voltar a Austrália.

Falando em turnê, como vocês têm gerenciado viver uns com os outros? Vocês acham que fica estressante às vezes? Há alguma rotina especial seguida enquanto estão na estrada?

Felizmente, a nossa equipe é bastante impressionante e nos damos muito bem com todos. Não é apenas estar em estreita relação com a banda, é todos ao nosso redor também e pode ficar cansativo, mas eu acho que todos nós somos muito bons em saber quando alguém está cansado ou triste ou o que quer que seja. Apenas reagimos adequadamente e isso nos mantêm bem. No que diz respeito às rotinas especiais, nós gostamos de ir a academia e spas – o que é bom para aliviar o stress; para shows, alguns de nós aquecem mais do que outros e às vezes nada mesmo.

Quais novos artistas vocês estão gostando e adorariam trabalhar algum dia?

Pessoalmente eu adoraria escrever com o duo Twenty One Pilots, eles têm um estilo de escrita único – que os mantém atuais, mas não da maneira típica! Como uma banda, seria incrível trabalhar com Ed Sheeran; estávamos destinados a ter uma sessão com ele não muito tempo atrás, mas não deu certo.

Seu som tem mudado desde que vocês se juntaram como uma banda. O que inspirou a nova vibe?

Eu acho que nós crescemos muito desde que começamos, estávamos entre 16-18 anos dando início a este novo mundo e eu acho que é provavelmente uma grande razão para a mudança… Eu não acho que nós pretendíamos ser como, “certo, este é o som que iremos seguir agora”. Apenas aconteceu.

Vocês trabalharam bastante com o produtor Steve Mac em seu último álbum. Seus créditos incluem One Direction, Shakira e muito mais – como foi trabalhar com alguém renomeado e eclético? Como isso ajudou no formato do seu som? Vocês têm planos de continuar trabalhando com ele no futuro?

Steve Mac é um produtor incrível e ótimo cara para trabalhar! Ele nunca pareceu dominador ou controlador em sessões, mas sabia o que tínhamos que conseguir para que as músicas fossem tão boas quanto poderiam ser. Nós provavelmente fizemos cerca de 5 ou 6 músicas com ele. Espero que possamos trabalhar com ele novamente no futuro!

Entendemos que vocês iniciaram a sua própria gravadora “Steady Records”, isso foi um objetivo de vocês desde o início, ou aconteceu quando vocês começaram a ver mais sucesso com a banda?

Eu não acho que nós já pensamos sobre isso no início da banda, ela veio mais sobre após alguns anos de trabalho com nossa gravadora e vendo como o processo era. Estamos todos realmente interessados ​​nisso e temos tanto controle do nosso projeto quanto pudermos. Pensamos que poderíamos encontrar uma banda e mostrar-lhes as coisas que aprendemos no início!

Sua primeira assinatura é uma banda de garotos americanos, The Tide, o que atraiu você para a música deles?

Nós realmente pensamos que eles tinham potencial de quando nos conhecemos! Eles são ótimos músicos e grandes caras com quem trabalhar. Eu acho que o fato de que todos nós temos gostos semelhantes na música realmente ajuda também.

Vocês acham desafiador alinhar os deveres como uma banda e proprietários de uma gravadora?

Na verdade não. Eu acho que por serem semelhantes e por sabemos como funciona, é apenas divertido! É mais difícil quando ambas as bandas (The Tide e New Hope Club) estão em lados opostos do mundo, mas fora isso, é tudo maravilhoso!

São vocês que buscam os talentos? Se sim, como vocês planejam escolher as bandas que vocês fazem contrato?

Sim! Nós escolhemos através de mídias sociais… é muito fácil esses dias com a quantidade de plataformas, mas para encontrar as pessoas certas que você acha que vai funcionar no mercado atual é um pouco mais complicado! Às vezes, é uma aposta.

Um novo álbum, um livro, e uma gravadora – 2017 está se formando para ser um ano bastante ocupado para vocês; Alguns outros projetos que devemos ficar de olho?

Haha sim, é muito corrido! Acho que essas são as principais prioridades para o ano, juntamente com a nossa turnê mundial. Nós só queremos faze-los da melhor forma possível.

Como você descreveria sua música para pessoas que não a ouviram?

Eu diria que somos uma banda tradicional, tendo elementos do rock, folk e dance! Nós definitivamente passamos por alguns gêneros diferentes de música nos quase 3 álbuns que lançamos; gostamos de alguma mudança às vezes!