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Após passarem um ano em turnê pelo mundo, The Vamps estão prontos para voltar ao estúdio e começar a trabalhar em seu terceiro álbum. Recém visitado a Índia, a banda sentou para conversar sobre o single All Night, relacionamentos e mais. Têm sido um ano cheio para os garotos e eles continuam indo. Eles lançarão um livro semana que vem, trabalhando no terceiro álbum e também cuidando de sua própria gravadora musical. Ocupados, mas sem menos animação. Fault conversou com Brad, o vocalista da banda, sobre o single com Matuma, e ele falou sobre tudo.

SESSÕES DE FOTOS > 2016 > FAULT MAGAZINE

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Você acabou de sair de uma tour mundial e viajou o globo inteiro no ano passado. Quais foram os highlights?

Nós fizemos um show na Polônia e nós nunca havíamos tocado lá. Inicialmente colocamos um show para 800 fãs, no qual achamos que era suficiente, e acabou sendo transferido para uma casa de show de capacidade para 3000 pessoas. Nós vendemos tudo. Eu acho que ir num lugar novo e não ter ideia como a audiência será e esgotar tudo – é um momento incrível para nós. Foi um dos highlights do ano inteiro e foi um bom show.

Há boatos que vocês têm um pré-ritual antes subir no palco. Poderia falar sobre?

Nós temos. Temos o ‘queixo’. Então basicamente, antes de qualquer show, nós fazemos um pequeno discurso, e em cada discurso, todos tem um objeto em suas mãos e ninguém pode ter o mesmo objeto – então talvez uma caixa de cereal, uma laranja – e nós esfregamos nossos queixos juntos. A quantidade de segundos que nós esfregamos nossos queixos juntos é equivalente a data que estamos tocando o show.

Não é algo que você ouve todos os dias. Como isso começou?

Eu realmente não sei! Começou com o queixo definitivamente. Foi a primeira parte do ritual. Começou em nosso primeiro show; nós queríamos fazer algo diferente antes de cada show. Então começamos a esfregar nossos queixos juntos.

Queixos a parte, vocês acabaram de anunciar um single novo – All Night featuring Matoma. Este é o primeiro material novo que temos após algum tempo. Como isso se relata no que virá depois?

É a primeira música de nosso terceiro álbum. O CD será lançado num formato que não foi [lançado] antes, então é algo que é animador para nós. Mas All Night é o primeiro pedaço de música nova do nosso trabalho. É representativo do que virá, uma música atmosférica. Em termos de criação do single como uma banda, é bem diferente no fato de que nunca testamos isso antes. Mas em letra – é provavelmente a mais representativa e madura que já escrevemos.

Em termos de novo material, vocês estão trabalhando em seu terceiro álbum de estúdio – vocês tem outras colaborações em mente?

Ainda não, não temos nada confirmado. Nós normalmente vamos ao estúdio, escrevemos e então olhamos para trás e pensamos que músicas se encaixariam numa colaboração. Você não quer apenas fazer colaborações apenas por fazê-las, se não beneficiá-la [a música]. Então há algumas que imaginamos features, mas não temos nada certo.

Vocês acreditam que mudaram em termos de som?

Eu acho que sim, nós definitivamente mudamos. Eu acho que é natural de músicos. Você fica preso se continuar fazendo a mesma coisa. Então se desafiar a fazer coisas diferentes é parte de não ficar entediado. Então sim, nós mudamos sonoramente. Não exatamente mudamos, nós nos aperfeiçoamos. O álbum soa um pouco mais moderno. Obviamente a indústria da música mudou bastante. Então é mais moderno em termos de ser mais dançante, ou mais Justin Bieber-Skrillex. Nós tivemos influência deles mas colocando nossa essência.

Vocês abriram sua própria gravadora também. O que os levou a fazer isso?

Eu acho que sempre fomos interessados como banda em trabalhar com a indústria musical. Você tem essas pessoas que são envolvidas em seus projetos e sua banda e eles podem viver a jornada com você. Eles são investidos como você. Se você tem a equipe certa, perfeito. Eles querem ver o projeto final assim como você. Se você encontra um grupo ou um músico e os ajuda a se desenvolverem e vê-los crescer – e basicamente o processo inteiro – é um muito bacana.

Vocês também possuem um livro para sair semana que vem – você pode compartilhar conosco suas partes favoritas?

Você vê um lado da banda que ninguém viu antes, o que é uma coisa legal. Pessoas tem suas próprias percepções de você por conta das coisas que eles leem e eu acho importante que eles vejam nossa versão das coisas, em nossas próprias palavras. Há algumas histórias, histórias de bêbado, coisas dos bastidores, relacionamentos e tudo isso.

Após passarem tanto tempo em turnê, vocês provavelmente tem muitas histórias. Qual a mais ridícula que aconteceu a vocês durante uma viagem?

De alguma forma – eu nem sei como – nós fomos parar numa limusine de estampa de leopardo. Não sei como isso aconteceu para ser honesto. Nós saímos para jantar e assim que olhamos, havia uma limusine lá fora. É provavelmente a coisa mais rock star que fizemos.

Qual é a sua culpa (se referindo ao nome da revista FAULT)

Eu tenho que ser honesto. Eu sempre estou atrasado, é uma culpa enorme. E sou terrível em responder mensagens.