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Barbour International Sessions: James McVey

Estamos animados em anunciar que fizemos uma parceria com o músico James McVey para a edição especial de verão da Barbour International Sessions. Durante o próximo mês, vamos seguir James, para que ele nos apresente aos seus três artistas favoritos, enquanto anfitrião de cada uma das sessões e os entrevista para nosso novo canal do Youtube, Barbour International.

BARBOUR INTERNATIONAL, JAMES MCVEY

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Tivemos a chance de conversar com o guitarrista do grupo The Vamps sobre o envolvimento no projeto, suas conexões com a Barbour International e porque o estilo motociclista tem a ver com ele e sua jornada.

Você tem sido um seguidor leal da marca Barbour International por anos; Qual sua primeira interação com a Barbour International?

Eu me lembro de ir à casa de uma namorada de infância depois da aula, e o pai dela sempre estava vestindo uma jaqueta preta da Barbour. Pensei que era a coisa mais legal do mundo, mas eu era muito pequeno para caber em uma, então trabalhei durante os fins de semana depois do meu GCSE’s (Certificado De Graduação do Secundário/Ensino médio) e guardei até poder comprar a jaqueta Barbour International do Steve McQueen com a bandeira americana impressa por dentro. Foi um sonho se tornando realidade.

Depois de vestir a marca por tanto tempo, o que há nela que te faz amar tanto?

Barbour International grita herança britânica para mim: é classicamente icônica e de alguma forma é capaz de mostrar estilo e coragem. Jaquetas são parte essencial do meu dia-a-dia e só parecem melhorar com o tempo. A qualidade das roupas é aparente desde o primeiro momento, algo que é raro na moda moderna.

Como você se relaciona com a herança moto ciclística?

Crescendo em Dorset, eu era acostumado com o ronco das motocicletas pelas estradas nos finais de semana de verão. Eu amava o cheiro de petróleo e o calor dos motores. Tem algo sobre a liberdade das motocicletas que me atrai.

Durante essa campanha, você nos apresentará à alguns artistas novos. Você teve algum mentor? Onde sua paixão por música começou?

Eu acredito que todos temos heróis para admirarmos, deixando de lado preferências ou interesses. Para mim tudo começou com o Pop Punk americano, mas minha paixão por música realmente apareceu quando eu descobri o cantor irlandês de Folk, Damien Rice. O jeito que ele estrutura suas músicas me fascina; elas não eram familiares, eram ousadas… como nada que eu havia escutado antes.

Eu passava horas tentando aprender suas músicas no meu quarto, mas o que não tem preço, foi como ele me encorajou a modificar simples acordes: mudando a posição de um único dedo poderia resultar na menor das mudanças. Eu ainda uso essas técnicas hoje em dia.

Você pode nos dar algum detalhe exclusivo de alguma música nova que tenha para lançar? 

Nós esperamos poder lançar novas músicas no fim do ano, mas percebendo que você não pode forçar esse processo, depois de oito anos de álbuns lançados, estamos fazendo de um jeito que seja natural para nós. Com isso dito, nós não conseguimos parar de escrever músicas, então é só uma questão de tempo até lançarmos alguma coisa.

Da onde você conhece os artistas que apresentará?

Eu estou realmente animado em compartilhar os artistas e músicos que selecionei pra vocês, eu sinto que eles representam a cena não vista na Grã Bretanha. A beleza das redes sociais é que você tem a capacidade de descobrir novas músicas todos os dias e foi assim que eu originalmente encontrei esse pessoal.

Como você descreve as músicas deles?

Eu sou sempre levado para algo um pouco diferente do normal. Eu amo como Tors (nosso primeiro músico) combina folk com melodias do pop moderno de hoje e como Callum Beattie retém seu sotaque escocês enquanto canta.

Qual seria seu melhor conselho para esses músicos aspirantes?

Meu principal conselho seria para não tentar imitar outros artistas: encontre quem você é e foque nisso. Acredite nas suas letras e aceite suas emoções. Honestamente é a chave… se suas músicas não são genuínas, então as pessoas verão além delas.

Tendo seguido as sessões – qual tem sido sua favorita até agora?

Tem que ser Tom Grennan. A voz dele é demais. Fui sortudo o suficiente por encontrá-lo várias vezes e só posso dizer coisas boas sobre ele, é um cara legal.

O que você acha que esses artistas trarão para as sessões?

Mal posso esperar para que essas sessões sejam vistas pelo mundo. Eu acho que trarão energia real, mas também emoção. Com certeza você descobrirá uma nova banda ou músico que te deixará viciado. Esses músicos bons.

O que originalidade significa para você?

Originalidade é extremamente importante, mas não significa que você deva se desprender de sua inspiração: nós todos pegamos elementos de coisas que gostamos e transformamos em algo nosso e eu sou definitivamente culpado nisso. Entretanto, é sobre tomar inspiração das suas bandas favoritas e fazer seu próprio estilo. Originalidade é o que te difere dos outros.

Quem são seus originais no mundo da música; suas maiores inspirações?

Eu creio que bandas como Mumford & Sons resumem originalidade. Eles pegaram o folk e adicionaram alguns acordes pop que ninguém fez antes. Eu amo mistura de gêneros, então pessoas como Sam Hunt me interessam. Ele é um cantor de country que adotou uma pegada R&B para suas letras: os ritmos de suas melodias são incríveis.

Quem são seus originais em estilo?

Para mim pessoas como James Dean e Steve McQueen são minhas principais inspirações em questão de estilo. Não gosto de pessoas que “tentam demais”: eu amo uma abordagem clássica. Jeans, uma camiseta boa e uma jaqueta Barbour International. Não tem como dar errado. Eu também amo uma boa jaqueta fina ou uma camisa, algo que você possa rolar as mangas pra cima sem medo de sujá-las. É tudo sobre ser subestimado, mas calmamente estiloso.

Se inscreva no canal da B.Intl no Youtube para conferir James apresentando a Barbour International Sessions e entrevistando o primeiro artista, Tors, na terça feira, 18 de junho.

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