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05.10.14
Categorias: Entrevista; James

Entrevista: James McVey para o The Argus

Por Paula Sales Compartilhe já em:

O James McVey concedeu uma entrevista para o site “The Argus”, da qual conta sobre a formação da banda, contrato com a gravadora e o desenvolvimento musical da banda. Confira a matéria traduzida:

A imagem de uma banda como um grupo de fantoches controlados por um agente de mau caráter está mudando.

E The Vamps são parte desse movimento para ter um maior controle autônomo – como o guitarrista James McVey que formou a banda através de canais de mídias sociais, tipo o YouTube.

Eu tinha feito coisas sozinho, mas eu gosto da camaradagem de ter uma banda”, diz James.

“Eu tenho os melhores três caras que eu poderia encontrar.”

Foi no YouTube que o James viu um cover do Ed Sheeran feito pelo Brad Simpson – e então a bola de neve começou a rolar.

“Nós começamos a escrever juntos e encontramos o Tristan na bateria em outro vídeo”, diz McVey. “Éramos três por um tempo e depois encontramos o baixista Connor. Foi tudo através da internet.”

McVey tem escrito canções por dez anos e insiste em que a banda deve ter controle sobre seus destinos.

“Quando assinamos nosso contrato nós fomos para um grupo de pessoas que nós nos sentimos compreendidos e nos apreciam como compositores e músicos”, diz ele sobre seu acordo com a Mercury. “Nós não queríamos trabalhar com pessoas que era forçadas e controladoras. Temos sorte de ter uma boa equipe.”

Fazendo seu primeiro álbum intitulado “Meet The Vamps”, o quarteto acabou trabalhado com os maiores produtores e compositores do mundo pop. O quadro de honra incluí o Norwegian duo Espionage; TMS; Bruno Mars; e os futuros companheiros de tour McFLY.

“Foi ótimo trabalhar com produtores e compositores – Nós nunca tínhamos feito isso antes”, diz McVey, acrescentando que algumas faixas do álbum têm uma longa história.

“Eu escrevi Move My Way quando eu tinha 15 anos. Smile foi feita muito cedo também, quando era só Brad e eu. Mas, então, nós gravamos Somebody to You só dois meses antes do álbum lançar – Você nunca sabe se alguma canção vai surgir no último minuto.”

Evans também co-produziu as faixas “She Was The One” e “Dangerous”, acrescentando ao seu trabalho pela banda nas B-sides e EP’s ao longo dos últimos meses.

“Ele mesmo que fez todas as seções musicais de interlúdio e o solo de bateria ao vivo” diz McVey, acrescentando que a turnê terá novas surpresas.

“Queremos tocar as músicas que as pessoas conhecem, e experimentar com adição de novas canções que ninguém ouviu antes.”

O show terá uma seção acústica, e covers de YouTube que foram feitos pela banda para relembrar suas origens com uma série de solos.

The Vamps anteriormente visitou Brighton como suporte para o McFLY, uma experiência que segundo o McVey influenciou e muito a sua abordagem para os shows ao vivo.

“Eu espero que tenhamos aprendido a ser mais carismático e mais enérgico no palco”, diz ele. “Eu gosto do fato do McFLY correr pelo palco e ter muita diversão. Isso é o que estamos tentando fazer com nossos shows.”

Quanto ao futuro, ainda é um número indescritível para alcançar – com o álbum “Meet The Vamps” sendo mantido fora do topo por Paolo Nutini, e quatro de de seus cincos singles que atingiram o top cinco, mas não o topo.

E há planos para sessões de gravação em novembro, nos EUA, para criar o segundo álbum da banda.

“Nós estamos escrevendo o tempo todo – você não pode controlar ou restringir uma composição”, diz James. “Nós estamos sempre experimentando pessoas novas e lugares novos.”

“Seria legal ter um número um, mas nós estamos apenas tentando fazer música e se divertir ao longo do caminho. Não é sobre os números, é sobre ter uma explosão.”

Fonte: The Argus